segunda-feira, 30 de março de 2009

Resenhando o VI EARPG

Vou começar fazendo uma saudação bastante conhecida:

Que a Força esteja com vocês!

Bem, vamos agora comentar como foi o nosso evento do dia 29 de março:

Como é de meu costume, cheguei ao local do evento por volta de 12h 20m (em acordo com a nova regra ortográfica - que nesse caso ja existia, mas agente cisma de colocar aqueles malditos ":"!) e ja fui logo arrumando às mesas. Como havia coversado com alguns amigos, tínhamos a esperança de que viesse uma boa quantidade de pessoas (né pessoal, com uma comunidade com quase 50 membros) e rolaria umas mesas bem legais. A principio, o coloquei o Soundtrack do The Force Unleashed pra tocar (muito bom por sinal!) e logo após o Fernando e o Wlad (versão Zumbi - é cara, trabalhar a noite não é mole não, agora com Facul tambem, segura a ond@!) chegaram para ajudar. Tivemos a honra de receber a mais nova Secretária da Loja R+C Nilópols AMORC, a Soror Elsimara, que veio nos prestigiar e nos entregar a lista de presença.

Conversamos um pouco, até a chegada do novo Mestre dirigente da Loja, o Frater Sá, que tem nos apoiado desde o primeiro evento, fazendo uma rápida reunião conosco, ressaltando algumas mudanças na loja e outros pormenores.

A Galera começou a chegar por volta de 14h e como era de se esperar, se tornando já um ritual entre nós, abrimos o evento com uma partida de Munchkin para - como muitos gostam de dizer - fortalecer os laços agressivos que nos unem!

Após a partida, chegou mais uma galera e então resolvi narrar (minha sina, não é?!) uma sessão de Star Wars - edição Saga, que rendeu muitas gargalhadas e confusões pela orla exterior! (Olha, detão legal que foi, estou pensado e fazer um mini conto de cada aventura pra colocar no Blog novel!)

Encerramos o evento às 18h tendo um total de 12 pessoas participantes. segue abaixo algumas considerações:

- Como deu uma certa esfriada de um evento para o outro (Janeiro e depois março), eu acredio que a galera possa não ter lembrado ou sei lá o que;

- Choveu bastante também (tá não e tão problemático assim, pois o local é coberto), mas algums pessoas poderiam ter desanimado;

- Tivemos o evento da nação RPG em Nova Iguaçu no SESC, o que poderia ter divido os tão poucos incautos aventureiros!

É isso ai galera. Vamos voltar com força total na divulgação do evento. Teremos muitas novidades que postarei em breve por aqui.

Quero parabenizar também a Nação RPG pela nobre iniciativa de voltar com os eventos de RPG em Nova Iguaçu. Temos que nos unir para mudar o quadro do RPG para melhor aqui no RJ.

Quero agradecer a todos os participantes, a Secretária da loja e ao Mestre dirigente da Loja, que tenham um administração nesse ano na mais completa Paz, Luz e Harmoia.


Nos vemos no próximo post!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Desfiladeiro da Morte - Prólogo

- Já disse que não foi culpa minha...
O vento corta a calmaria da viagem, e o grupo se dirige em silêncio para próxima cidade. Uma missão fracassa é ruim para qualquer grupo de aventureiros, um espinho pesado e profundo em meio as suas habilidades. Nesse momento, eles se encontram cansados, com fome e abatidos, desanimados com o que todos achavam ser uma missão simples...
- Não se culpe minha querida Tila, os Deuses sabem o quanto nós tentamos. Vamos manter a calma e descansar um pouco naquela relva. Estaremos na cidade ao entardecer do próximo dia. Havanna, Clériga de Pelor, sabia que seus comandados estavam cansados. Deram o máximo de si, mas que raios! Um Dragão estava além de suas reais possibilidades!
- Havanna, não gosto deste lugar – praguejou Andariel. Andariel era um elfo. Um elfo amargurado, selvagem e leal. Um elfo que rastreia o perigo por onde quer que passe. Um elfo do qual o grupo lhe devia muito, pois nunca foram pegos de surpresa. Na emboscada dos Orcs do Pântano, somente ele esteve atento. E foi o responsável pela morte dos seis, sem que seus amigos sequer suspeitassem. Mas Andariel não gosta de contar vantagem, pois tudo que ele faz, é por seus amigos. Foram eles que o aceitaram em suas limitações e em sua secura diante da beleza da vida e mais do que isso, pois foram eles que souberam entendê-lo quando não quis falar de si.
- Acalme-se Andariel, não há o que temer, pois Pelor esta conosco! De sua mão provém toda a proteção que necessitamos por hora, então averigúe se não teremos nenhuma surpresa.
- Certo... – Disse Andariel, apressando-se com seu cavalo indo verificar o espaço.
- Eu não disse que a culpa foi sua disse! Mas se você tivesse averiguado melhor a informação não precisaríamos ter quase sido extintos desse mundo miserável, sua louca e inconseqüente! – Dolgrim bradava em uma discussão acalorada com Tila e o pequeno Grippli.
- Oras, estamos cansados e vocês não param de falar desde eu chegamos nesta estrada! – Esbraveja o halfling. – Olha se vocês dois querem se matar, então se matem, eu vou ter uma conversa mais agradável com o velho “Fist” – E acelerou Grippli em suas passadas para falar com o misterioso homem de capuz. Dolgrim – um anão bem humorado, assim se dizia - apesar de sua vida imersa em confusões e desencontros, sempre procurava tirar um sarro da situação. Mas a naquele momento, como todo bom anão ele queria saber o motivo da displicência de sua amiga de grupo Tila em confiar no suposto informante de que a missão era só mais uma como outra qualquer.
- Seu baixinho gordo e burro, será que eu vou ter que desenhar? Exclama Tila aos brados. - Como eu poderia saber que Bonegarth estava querendo me ferrar! Eu tenho culpa se ele guarda rancor no seu coraçãozinho! – Diz sarcástica. - Para mim ele estava me fazendo um grande favor ora, não sabia que o cretino estava querendo me matar. Tudo bem, a oferta era muito tentadora, mas eu realmente não cogitei essa hipót...
- Não cogitou? Não cogitou! Dolgrim berra como se fosse erguer o seu machado conta mil Hobgoblins!
- Chega! Grita a figura misteriosa e encapuzada para os dois. Fistandântilus era um mago, e como todo mago, ele odeia discussões sem motivo real e aparente. Coisas que não sigam uma lógica complexa esta a par de seus reais objetivos, preferindo se pronunciar apenas quando lhe convinha.
- Desculpe Fist. – Disse Dolgrim impassível novamente.
- Será que consigo ler ao menos uma página do meu grimório, em sossego, e sem ouvir a voz de vocês dois? Essa discussão não vai levar a nada. Estamos todos aqui. Isso é o que importa. Tila tomará cuidado da próxima vez não é Tila...
-... – sem resposta.
- Tila? – severamente o mago olha para ela.
- É. Tomarei... que saco. – pragueja Tila.
- Então, muito bem assim. – E Fist, volta a conversar com Grippli novamente.

Passam-se alguns minutos e Andariel retorna. O silencio prevalece até na respiração dos cansados amigos, mas a vontade de chegar a algum lugar para esticar as pernas também. Havanna, já na relva, fala com Dolgrim sobre o ocorrido na estrada:
- Tem sempre que ser tão duro com ela?
- Tenho.
- Mas sempre?
- Tenho. Humanos são possuem nada na cabeça, então sempre tenho que lembrá-los que eles podem morrer, ou começam a fazer asneira por ai achando que são heróis...
- Um sorriso quebra o rosto sério e sisudo de Dolgrim.
- Parece então que me enquadro nessa categoria? – Diz Havanna já quase sabendo a resposta.
- Claro que não! Você é mais maluca ainda porque faz isso a pedido de quem nem conhece!
- E os dois soltam uma risada inebriante!

***

A noite corre como uma dama em fuga, pois aqueles dias eram dias escuros. Tem se ouvido muito a respeito do mundo. Uma força desconhecida emerge a cada dia e impulsiona os monstros a visitarem os locais movimentados. Nada passa despercebido pelo elfo que vai ao encontro de Dolgrim e Grippli para fechar um turno de vigia.

- Dolgrim, Grippli. Vamos nos revezar.
- Noticias da Bárbara? – pergunta Dolgrim.
- Não, nada ainda. Estou começando a ficar... Andariel é interrompido por um barulho na mata.
- Quem está ai? Levanta-se Grippli, deslizando a mão através do punhal.
- O que foi elfo? – Uma voz feminina.
- Não conseguiu perceber minha chegada?

Uma figura grande e musculosa emerge da mata cheia de sangue. Traços femininos, em um corpo musculoso e delgado com algumas cicatrizes que parecem enfeitar a pele morena fustigada pelo sol constante. E a dona, parecendo não se importar, exibe uma colar de orelhas como se fosse um troféu ao longo de seu pescoço. Ela joga parte de um animal morto perto da fogueira, abre o cantil e toma um prazeroso gole de água.

- O animal precisava morrer pra aplacar sua fúria Alexia? Retruca o elfo.
- Talvez quisesse que eu rezasse por sua alma? – Ela diz afiada.
- Era o mínimo, a natureza lhe deu de bom grado. Não falo por causa do animal, mas pelo rastro de destruição que você deve ter causado...
- Ah! Mas não foi mesmo! Você não sabe o quanto esse desgraçado correu de mim! Por isso trouxe-lhe suas pernas, assim ele aprende a não me desafiar mais...
- Você o deixou vivo? Vivo e sem pernas? – Andariel olha incrédulo para Alexia...
Tila então começa a rir...
- Alexia, pare com isso. Onde arranjou essa carne? – Havanna não gostava dos ensejos da amiga em perturbar tanto Andariel. Era como se ela fizesse justamente para ele demonstrar que se preocupava, para sair do casulo de consternações e de ressentimentos que sempre o rodeavam... mas Havanna o respeitava e sempre a travava.
- Comprei de um mercador ambulante. Ela diz com um olhar alegre, mudando completamente a feição feroz por uma expressão travessa...
- E o sangue? – grippli observa?
- Eu barganhei.
- O Anão gargalha e diz: - Bom, então a noite será longa mulher. Eu disse que vocês humanos são todos loucos...
- O que vocês queriam? Mais ração de viagem? Isso é comida pra cachorro!
- Bastante efusivo seu comentário minha cara Alexia, mas não será tão engraçado se metade dos homens vierem atrás do desconto que você forçou-os a lhe conceder. – Comenta o velho mago.
- Não forcei “a barra” velho pai. – Fist sorri. - Apenas matei dois grupos de assaltantes que estavam os molestando e exigi meu espólio na batalha. Como disse, ração é pra cachorro.
- e não tinha nada mais de interessante? Jóias, ouro ou outra coisa valiosa? – despertando já a atenção de Tila.
- Não sua biscateira! Agora coma um pouco e vá dormir!
- Hum! Conheço um ensopado que vai ficar ótimo! – comenta grippli com todos e eles começam a rir. Andariel seco como sempre se embrenha na mata para seu turno de vigia.
Havanna olha para o grupo. Ela sabe que apesar de felizes por aqueles poucos momentos, o mundo ainda vai exigir muito deles. – Minha missão não será fácil. – Ela se apega em seus pensamentos.
A noite segue tranqüila, mas as aventuras estão apenas começando...
[Não percam o próximo capitulo] - Bandidos em fuga!

quarta-feira, 11 de março de 2009

VI Espaço AMORC & RPG

É... eu ia até tirar a numeração da frente pois quando agente fizer XII não estaremos completando 1 ano, mas que se dane! agente comemora de novo!

Eis o release do VI Espaço AMORC & RPG (pode falar, até eu ja estava com saudades!)
Conseguimos junto a AMORC Rosacruz, em Nilopolis no Rio de Janeiro, um espaço destinado à prática do RPG, Cardgame, Boardgames entre outros. Não somente um point de RPG, procuramos destinar o espaço também a encontros sociais com aqueles nossos amigos de longa data, porque apesar da falta de tempo e dos rumos da vida, a amizade é algo que não pode se perder jamais! O espaço é para mais ou menos 100 pessoas.
Há somente algumas condições a serem respeitadas para que o espaço seja sempre oferecido:

- não fumar nas dependências;
- não ingerir bebida alcoólica nas dependências;
Haverá musica ambiente para as sessões e caso haja o desejo de algumas pessoas quererem conhecer a Ordem e seus aspectos místicos e filosóficos, haverão membros no local afim de instruí-las.

Data: 29 de março de 2009
Endereço: Rua dos Expedicionários, 291 - Centro - Nilópolis.
horário: de 13:00 até 18:00
Ingresso solidário: 1 kg de alimento não perecível (exceto sal) ou 01 agasalho.
Esperamos todos vocês!
Fonte de Imagem: Viagem Medieval